sexta-feira, 21 de setembro de 2012

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terça-feira, 11 de setembro de 2012

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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Educação familiar: um caminho possível?

Uma situação hipotética: um ser em formação na altura dos seus onze anos, ou posso dizer 4015 dias de vida, foi pego no interior de uma escola com uma garrafa de wisk oferecendo aos colegas. "Tudo bem" no meu ponto de vista, se for numa escola de ensino médio, na qual o aluno praticamente sabe o que quer da sua vida, tem quase certeza de que a vida está encaminhada. Certo. Mas no ensino fundamental... A cada dia que passa ficamos cada vez mais surpresos e assustados com a evolução??? da sociedade. O que está faltando? De quem é a culpa? Bens materiais nos dias de hoje são mais fáceis de se adquirir do que há uma, duas décadas atrás, e as nossas crianças, como estão? Hoje o ter está mais espetacular, radiante, eloquente que o ser. É uma pena, eu sei que não sou a única pessoa do mundo que pensa desta forma! Tão ínfimos os Graus de importância dados aos pensamentos dos pais, professores, pessoas mais velhas. Para aqueles que acreditam na bíblia - livro cristão - lá diz: "ensina a criança no caminho que deve andar e ainda que cresça não se desviará dele" O que temos ensinado aos nossos filhos? Qual o nosso legado? Qual a nossa herança? Acredito que cada criança, jovem, adolescente que pensa que a comida, a cama, a roupa que veste não presta, poderia ir visitar orfanato e saber que aquele cabelo curtinho não é moda é obrigação, por exemplo; ir visitar um morador de rua de sua idade, ah e levar algum alimento, pois pode ser aquele o único de um dia inteiro - e graças a Deus ou a uma força maior que ele chegou em boa hora. A escola pode realizar esses feitos, mas é no seio da família que esta reflexão surte maior efeito. Educação familiar - um caminho possível que nunca sai da moda.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Resultados do IDEB 2011 - DF

Um pequeno comentário acerca do resultado do IDEB no DF. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/08/15/interna_cidadesdf,317231/notas-de-escolas-do-distrito-federal-ficam-acima-da-media-aponta-ideb.shtml Minhas considerações: Achei bem interessante o resultado do IDEB. O índice de algumas escolas oscila - o que é motivo de alerta, e de repente, de uma intervenção do MEC, pois o maior desafio é manter ou melhorar o desempenho. Em VEIGA (1998), em Projeto Político-Pedagógico da escola: uma construção possível, usa sabiamente das palavras de GADOTTI quando ele diz: "Todo projeto supõe rupturas com o presente e promessas para o futuro. Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se, atravessar um período de instabilidade e buscar uma nova estabilidade em função da promessa que cada projeto contém de estado melhor do que o presente. Um projeto educativo pode ser tomado como promessa frente a determinadas rupturas. As promessas tornam visíveis os campos de ação possível, comprometendo seus atores e autores. (1994, p. 579)" E verdade seja dita: quando o PPP é feito pelo grupo, cada um se sente na obrigação de fazê-lo cumprir. Nos momentos de reflexão sob a práxis pedagógica o que se terá, provavelmente, como resposta é no mínimo uma melhora no campo da aprendizagem. Ao se sair de um estado confortável, conforme trata o autor, busca-se uma nova estabilidade e que esta seja bem melhor que a anterior. É preciso provocar um diálogo reflexivo acerca do que pode-se melhorar no PPP para que a escola eleve ainda mais seu patamar nas avaliações internas e externas. Alguns caminhos apontados: * Continuidade das atividades que valorizam a prática da leitura, escrita e nas expressões corporal e oral; * Manutenção da equipe docente. Na maioria das escolas a equipe muda muito de um ano para o outro e até mesmo durante o próprio ano letivo, o que interfere substancialmente na aprendizagem dos alunos; * Participação efetiva e ativa dos pais - os conselhos existem, mas a família, em sua maioria, se exime em participar. Outro fator está na responsabilização da escola em ensinar valores, que deveriam vir de casa e as tarefas de casa que estão sendo feitas na escola. Vale lembrar que segundo a Constituição Brasileira, a educação, direito de todos, dever do ESTADO e da FAMÍLIA., logo, o resultado do IDEB é uma conquista ou derrota de toda comunidade escolar. Para acessar o resultado de todo o país: http://portal.inep.gov.br/

O coordenador pedagógico e o planejamento escolar

Milca Oliveira de Paula - Pedagoga, professora da Rede Pública de Ensino do DF Se existe uma função dentro da área educacional que necessita veemente de um sujeito preocupado com a causa pedagógica propriamente dita este se chama Coordenador Pedagógico (CP). Aquele que ocupa esta função desenvolve características necessárias no trato com os vários atores que compõem o cenário educativo. Por isso, traremos à luz a coordenação pedagógica na visão do Regimento Interno das Escolas Públicas do Distrito Federal (2009, p.23), que diz o seguinte no Art. 20: “ A Coordenação Pedagógica tem por finalidade planejar, orientar e acompanhar as atividades didático-pedagógicas, a fim de dar suporte à Proposta Pedagógica, promovendo ações que contribuam para a implementação das Orientações Curriculares da Secretaria de Estado de Educação em vigor. Parágrafo único. A Coordenação Pedagógica está sob a responsabilidade do Coordenador Pedagógico, designado de acordo com a legislação vigente.” O CP desempenha função fundamental nas escolas disseminando ideias, propostas, na implementação das normas e mudanças designadas pelo MEC, Secretaria de Educação do Estado, das Coordenações, Delegacias ou Regionais de Ensino. Como acontece quando há mudança de governo, cada um quer deixar a sua marca registrada em todas as esferas do poder público e a educação não fica de fora do pacote. SOUZA (2005) nos alerta quanto à burocrática forma de organização das unidades de ensino que gera uma ameaça à “especificidade da educação, mediante seu controle por parte do Estado.” Dessa maneira, entendemos que um processo de escolha de diretor, grêmio estudantil, conselheiros de turma e até mesmo representante de classe, se não for muito bem gerenciado, pode causar mal estar em todos os participantes do processo. Por mais que exista uma lei, uma portaria para organizar as atividades relacionadas à eleição, esta vai gerar questionamentos, descontentamentos e apontamentos de falhas inclusive. Sob a ótica pedagógica, do planejamento escolar é interessante salientar que ele – o planejamento- é muito mais que mera formalização do que está proposto no PPP. São as ideias organizadas postas em pratica. SOUZA (2005, p.29) relata ainda que “Na definição do Projeto Político-Pedagógico, materializam-se os diferentes momentos do planejamento: a definição de um marco referencial, a elaboração de um diagnóstico e a proposição de uma programação com vistas à implementação das ações necessárias à realização de uma prática pedagógica crítica e reflexiva.” Se há toda uma programação sustentada na raiz do PPP, e após uma eleição para renovação da equipe diretiva esta orientação corre o risco de ser modificada, a comunidade escolar sofre certo desconforto. SOUZA, GOUVEIA, SILVA e SCHWENDLER (2005, p.9) registram que “o planejamento é um dos elementos que compõem a especificidade do trabalho pedagógico escolar, juntamente com o currículo e a avaliação.” A figura do CP aparece com grande responsabilidade principalmente nestes momentos. Observar os pontos fortes na engrenagem da escola para guiar os professores e as equipes que estão montando seu plano de trabalho para sua possível gestão, focando não o benefício próprio, mas o coletivo são alguns pontos. Ajudar a causar menos sofrimento no máximo de indivíduos envolvidos, ser imparcial – justamente para ser democrático e não ser confundido ou tachado como capacho da atual direção (talvez seja a maior dificuldade encontrada) - discernir que suas escolhas precisam ser conscientes considerando que todos os trabalhos desenvolvidos na instituição de uma ou de outra forma circundam a aprendizagem do aluno e assim também recai sobre os seus ombros são outros pontos, além de lembrar sempre que ele é “ator social, agente facilitador e problematizador do papel docente”, conforme LIMA e SANTOS (2007). Estar neste meio não é fácil, no entanto, pode ser considerado uma tentativa de se exercer democracia no seio da escola. Bibliografia Distrito Federal (Brasil). Secretaria de Estado de Educação. Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, 5ª. Ed – Brasília, 2009. 90 p. Lei nº 4.751 de 07 de fevereiro de 2012. (gestão democrática nas escolas públicas do Distrito Federal) LIMA, Paulo Gomes. SANTOS, Sandra Mendes do. In: O Coordenador Pedagógico Na Educação Básica: Desafios E Perspectivas. Educare ET educare – revista de educação. Vol.2, nº4, jul/dez 2007, p.77-90. SOUZA, Ângelo Ricardo de [et al.].Caderno 2 da Coleção Gestão e Avaliação da Escola pública: Planejamento e trabalho coletivo. Universidade Federal do Paraná, Pró-Reitoria de Graduação e Ensino Profissionalizante, Centro Interdisciplinar de Formação Continuada de Professores; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica. - Curitiba : Ed. Da UFPR, 2005, p.27-42. PORTARIA Nº 98, DE 27 DE JUNHO DE 2012. – DODF 29/06/2012 TOSCHI, Mirza Seabra, FONSECA, Marília. OLIVEIRA, Joao Ferreira de. In: A RELAÇÃO ENTRE O PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ESCOLA (PDE) E O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA ESCOLA (PPP): CONCEPÇÃO E AVALIAÇÃO. SILVA. Marcelo Soares Pereira da. In: O planejamento em educação. [Sd] UFU.

O coordenador pedagógico e o planejamento escolar

Se existe uma função dentro da área educacional que necessita veemente de um sujeito preocupado com a causa pedagógica propriamente dita este se chama Coordenador Pedagógico (CP). Aquele que ocupa esta função desenvolve características necessárias no trato com os vários atores que compõem o cenário educativo. Por isso, traremos à luz a coordenação pedagógica na visão do Regimento Interno das Escolas Públicas do Distrito Federal (2009, p.23), que diz o seguinte no Art. 20: “ A Coordenação Pedagógica tem por finalidade planejar, orientar e acompanhar as atividades didático-pedagógicas, a fim de dar suporte à Proposta Pedagógica, promovendo ações que contribuam para a implementação das Orientações Curriculares da Secretaria de Estado de Educação em vigor. Parágrafo único. A Coordenação Pedagógica está sob a responsabilidade do Coordenador Pedagógico, designado de acordo com a legislação vigente.” O CP desempenha função fundamental nas escolas disseminando ideias, propostas, na implementação das normas e mudanças designadas pelo MEC, Secretaria de Educação do Estado, das Coordenações, Delegacias ou Regionais de Ensino. Como acontece quando há mudança de governo, cada um quer deixar a sua marca registrada em todas as esferas do poder público e a educação não fica de fora do pacote. SOUZA (2005) nos alerta quanto à burocrática forma de organização das unidades de ensino que gera uma ameaça à “especificidade da educação, mediante seu controle por parte do Estado.” Dessa maneira, entendemos que um processo de escolha de diretor, grêmio estudantil, conselheiros de turma e até mesmo representante de classe, se não for muito bem gerenciado, pode causar mal estar em todos os participantes do processo. Por mais que exista uma lei, uma portaria para organizar as atividades relacionadas à eleição, esta vai gerar questionamentos, descontentamentos e apontamentos de falhas inclusive. Sob a ótica pedagógica, do planejamento escolar é interessante salientar que ele – o planejamento- é muito mais que mera formalização do que está proposto no PPP. São as ideias organizadas postas em pratica. SOUZA (2005, p.29) relata ainda que “Na definição do Projeto Político-Pedagógico, materializam-se os diferentes momentos do planejamento: a definição de um marco referencial, a elaboração de um diagnóstico e a proposição de uma programação com vistas à implementação das ações necessárias à realização de uma prática pedagógica crítica e reflexiva.” Se há toda uma programação sustentada na raiz do PPP, e após uma eleição para renovação da equipe diretiva esta orientação corre o risco de ser modificada, a comunidade escolar sofre certo desconforto. SOUZA, GOUVEIA, SILVA e SCHWENDLER (2005, p.9) registram que “o planejamento é um dos elementos que compõem a especificidade do trabalho pedagógico escolar, juntamente com o currículo e a avaliação.” A figura do CP aparece com grande responsabilidade principalmente nestes momentos. Observar os pontos fortes na engrenagem da escola para guiar os professores e as equipes que estão montando seu plano de trabalho para sua possível gestão, focando não o benefício próprio, mas o coletivo são alguns pontos. Ajudar a causar menos sofrimento no máximo de indivíduos envolvidos, ser imparcial – justamente para ser democrático e não ser confundido ou tachado como capacho da atual direção (talvez seja a maior dificuldade encontrada) - discernir que suas escolhas precisam ser conscientes considerando que todos os trabalhos desenvolvidos na instituição de uma ou de outra forma circundam a aprendizagem do aluno e assim também recai sobre os seus ombros são outros pontos, além de lembrar sempre que ele é “ator social, agente facilitador e problematizador do papel docente”, conforme LIMA e SANTOS (2007). Estar neste meio não é fácil, no entanto, pode ser considerado uma tentativa de se exercer democracia no seio da escola. Bibliografia Distrito Federal (Brasil). Secretaria de Estado de Educação. Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, 5ª. Ed – Brasília, 2009. 90 p. Lei nº 4.751 de 07 de fevereiro de 2012. (gestão democrática nas escolas públicas do Distrito Federal) LIMA, Paulo Gomes. SANTOS, Sandra Mendes do. In: O Coordenador Pedagógico Na Educação Básica: Desafios E Perspectivas. Educare ET educare – revista de educação. Vol.2, nº4, jul/dez 2007, p.77-90. SOUZA, Ângelo Ricardo de [et al.].Caderno 2 da Coleção Gestão e Avaliação da Escola pública: Planejamento e trabalho coletivo. Universidade Federal do Paraná, Pró-Reitoria de Graduação e Ensino Profissionalizante, Centro Interdisciplinar de Formação Continuada de Professores; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica. - Curitiba : Ed. Da UFPR, 2005, p.27-42. PORTARIA Nº 98, DE 27 DE JUNHO DE 2012. – DODF 29/06/2012 TOSCHI, Mirza Seabra, FONSECA, Marília. OLIVEIRA, Joao Ferreira de. In: A RELAÇÃO ENTRE O PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ESCOLA (PDE) E O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA ESCOLA (PPP): CONCEPÇÃO E AVALIAÇÃO. SILVA. Marcelo Soares Pereira da. In: O planejamento em educação. [Sd] UFU.