"Trajetoria de uma utópica educadora que persiste em acreditar que podemos melhorar a sociedade por meio de uma educação pública de qualidade visando a formação de simplesmente seres humanos."
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Educação familiar: um caminho possível?
Uma situação hipotética: um ser em formação na altura dos seus onze anos, ou posso dizer 4015 dias de vida, foi pego no interior de uma escola com uma garrafa de wisk oferecendo aos colegas. "Tudo bem" no meu ponto de vista, se for numa escola de ensino médio, na qual o aluno praticamente sabe o que quer da sua vida, tem quase certeza de que a vida está encaminhada. Certo. Mas no ensino fundamental... A cada dia que passa ficamos cada vez mais surpresos e assustados com a evolução??? da sociedade. O que está faltando? De quem é a culpa?
Bens materiais nos dias de hoje são mais fáceis de se adquirir do que há uma, duas décadas atrás, e as nossas crianças, como estão? Hoje o ter está mais espetacular, radiante, eloquente que o ser.
É uma pena, eu sei que não sou a única pessoa do mundo que pensa desta forma!
Tão ínfimos os Graus de importância dados aos pensamentos dos pais, professores, pessoas mais velhas. Para aqueles que acreditam na bíblia - livro cristão - lá diz: "ensina a criança no caminho que deve andar e ainda que cresça não se desviará dele" O que temos ensinado aos nossos filhos? Qual o nosso legado? Qual a nossa herança?
Acredito que cada criança, jovem, adolescente que pensa que a comida, a cama, a roupa que veste não presta, poderia ir visitar orfanato e saber que aquele cabelo curtinho não é moda é obrigação, por exemplo; ir visitar um morador de rua de sua idade, ah e levar algum alimento, pois pode ser aquele o único de um dia inteiro - e graças a Deus ou a uma força maior que ele chegou em boa hora.
A escola pode realizar esses feitos, mas é no seio da família que esta reflexão surte maior efeito.
Educação familiar - um caminho possível que nunca sai da moda.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Resultados do IDEB 2011 - DF
Um pequeno comentário acerca do resultado do IDEB no DF.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/08/15/interna_cidadesdf,317231/notas-de-escolas-do-distrito-federal-ficam-acima-da-media-aponta-ideb.shtml
Minhas considerações:
Achei bem interessante o resultado do IDEB. O índice de algumas escolas oscila - o que é motivo de alerta, e de repente, de uma intervenção do MEC, pois o maior desafio é manter ou melhorar o desempenho.
Em VEIGA (1998), em Projeto Político-Pedagógico da escola: uma construção possível, usa sabiamente das palavras de GADOTTI quando ele diz:
"Todo projeto supõe rupturas com o presente e promessas para o futuro.
Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se,
atravessar um período de instabilidade e buscar uma nova estabilidade
em função da promessa que cada projeto contém de estado melhor do
que o presente. Um projeto educativo pode ser tomado como promessa
frente a determinadas rupturas. As promessas tornam visíveis os campos
de ação possível, comprometendo seus atores e autores. (1994, p. 579)"
E verdade seja dita: quando o PPP é feito pelo grupo, cada um se sente na obrigação de fazê-lo cumprir. Nos momentos de reflexão sob a práxis pedagógica o que se terá, provavelmente, como resposta é no mínimo uma melhora no campo da aprendizagem. Ao se sair de um estado confortável, conforme trata o autor, busca-se uma nova estabilidade e que esta seja bem melhor que a anterior. É preciso provocar um diálogo reflexivo acerca do que pode-se melhorar no PPP para que a escola eleve ainda mais seu patamar nas avaliações internas e externas.
Alguns caminhos apontados:
* Continuidade das atividades que valorizam a prática da leitura, escrita e nas expressões corporal e oral;
* Manutenção da equipe docente. Na maioria das escolas a equipe muda muito de um ano para o outro e até mesmo durante o próprio ano letivo, o que interfere substancialmente na aprendizagem dos alunos;
* Participação efetiva e ativa dos pais - os conselhos existem, mas a família, em sua maioria, se exime em participar. Outro fator está na responsabilização da escola em ensinar valores, que deveriam vir de casa e as tarefas de casa que estão sendo feitas na escola. Vale lembrar que segundo a Constituição Brasileira, a educação, direito de todos, dever do ESTADO e da FAMÍLIA., logo, o resultado do IDEB é uma conquista ou derrota de toda comunidade escolar.
Para acessar o resultado de todo o país:
http://portal.inep.gov.br/
O coordenador pedagógico e o planejamento escolar
Milca Oliveira de Paula - Pedagoga, professora da Rede Pública de Ensino do DF
Se existe uma função dentro da área educacional que necessita veemente de um sujeito preocupado com a causa pedagógica propriamente dita este se chama Coordenador Pedagógico (CP). Aquele que ocupa esta função desenvolve características necessárias no trato com os vários atores que compõem o cenário educativo. Por isso, traremos à luz a coordenação pedagógica na visão do Regimento Interno das Escolas Públicas do Distrito Federal (2009, p.23), que diz o seguinte no Art. 20:
“ A Coordenação Pedagógica tem por finalidade planejar, orientar e acompanhar as atividades didático-pedagógicas, a fim de dar suporte à Proposta Pedagógica, promovendo ações que contribuam para a implementação das Orientações Curriculares da Secretaria de Estado de Educação em vigor.
Parágrafo único. A Coordenação Pedagógica está sob a responsabilidade do Coordenador Pedagógico, designado de acordo com a legislação vigente.”
O CP desempenha função fundamental nas escolas disseminando ideias, propostas, na implementação das normas e mudanças designadas pelo MEC, Secretaria de Educação do Estado, das Coordenações, Delegacias ou Regionais de Ensino.
Como acontece quando há mudança de governo, cada um quer deixar a sua marca registrada em todas as esferas do poder público e a educação não fica de fora do pacote. SOUZA (2005) nos alerta quanto à burocrática forma de organização das unidades de ensino que gera uma ameaça à “especificidade da educação, mediante seu controle por parte do Estado.” Dessa maneira, entendemos que um processo de escolha de diretor, grêmio estudantil, conselheiros de turma e até mesmo representante de classe, se não for muito bem gerenciado, pode causar mal estar em todos os participantes do processo. Por mais que exista uma lei, uma portaria para organizar as atividades relacionadas à eleição, esta vai gerar questionamentos, descontentamentos e apontamentos de falhas inclusive.
Sob a ótica pedagógica, do planejamento escolar é interessante salientar que ele – o planejamento- é muito mais que mera formalização do que está proposto no PPP. São as ideias organizadas postas em pratica. SOUZA (2005, p.29) relata ainda que
“Na definição do Projeto Político-Pedagógico, materializam-se os diferentes momentos do planejamento: a definição de um marco referencial, a elaboração de um diagnóstico e a proposição de uma programação com vistas à implementação das ações necessárias à realização de uma prática pedagógica crítica e reflexiva.”
Se há toda uma programação sustentada na raiz do PPP, e após uma eleição para renovação da equipe diretiva esta orientação corre o risco de ser modificada, a comunidade escolar sofre certo desconforto. SOUZA, GOUVEIA, SILVA e SCHWENDLER (2005, p.9) registram que “o planejamento é um dos elementos que compõem a especificidade do trabalho pedagógico escolar, juntamente com o currículo e a avaliação.”
A figura do CP aparece com grande responsabilidade principalmente nestes momentos. Observar os pontos fortes na engrenagem da escola para guiar os professores e as equipes que estão montando seu plano de trabalho para sua possível gestão, focando não o benefício próprio, mas o coletivo são alguns pontos. Ajudar a causar menos sofrimento no máximo de indivíduos envolvidos, ser imparcial – justamente para ser democrático e não ser confundido ou tachado como capacho da atual direção (talvez seja a maior dificuldade encontrada) - discernir que suas escolhas precisam ser conscientes considerando que todos os trabalhos desenvolvidos na instituição de uma ou de outra forma circundam a aprendizagem do aluno e assim também recai sobre os seus ombros são outros pontos, além de lembrar sempre que ele é “ator social, agente facilitador e problematizador do papel docente”, conforme LIMA e SANTOS (2007). Estar neste meio não é fácil, no entanto, pode ser considerado uma tentativa de se exercer democracia no seio da escola.
Bibliografia
Distrito Federal (Brasil). Secretaria de Estado de Educação. Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, 5ª. Ed – Brasília, 2009. 90 p.
Lei nº 4.751 de 07 de fevereiro de 2012. (gestão democrática nas escolas públicas do Distrito Federal)
LIMA, Paulo Gomes. SANTOS, Sandra Mendes do. In: O Coordenador Pedagógico Na Educação Básica: Desafios E Perspectivas. Educare ET educare – revista de educação. Vol.2, nº4, jul/dez 2007, p.77-90.
SOUZA, Ângelo Ricardo de [et al.].Caderno 2 da Coleção Gestão e Avaliação da Escola pública: Planejamento e trabalho coletivo. Universidade Federal do Paraná, Pró-Reitoria de Graduação e Ensino Profissionalizante, Centro Interdisciplinar de Formação Continuada de Professores; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica. - Curitiba : Ed. Da UFPR, 2005, p.27-42.
PORTARIA Nº 98, DE 27 DE JUNHO DE 2012. – DODF 29/06/2012
TOSCHI, Mirza Seabra, FONSECA, Marília. OLIVEIRA, Joao Ferreira de. In:
A RELAÇÃO ENTRE O PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ESCOLA (PDE) E O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA ESCOLA (PPP): CONCEPÇÃO E AVALIAÇÃO.
SILVA. Marcelo Soares Pereira da. In: O planejamento em educação. [Sd] UFU.
O coordenador pedagógico e o planejamento escolar
Se existe uma função dentro da área educacional que necessita veemente de um sujeito preocupado com a causa pedagógica propriamente dita este se chama Coordenador Pedagógico (CP). Aquele que ocupa esta função desenvolve características necessárias no trato com os vários atores que compõem o cenário educativo. Por isso, traremos à luz a coordenação pedagógica na visão do Regimento Interno das Escolas Públicas do Distrito Federal (2009, p.23), que diz o seguinte no Art. 20:
“ A Coordenação Pedagógica tem por finalidade planejar, orientar e acompanhar as atividades didático-pedagógicas, a fim de dar suporte à Proposta Pedagógica, promovendo ações que contribuam para a implementação das Orientações Curriculares da Secretaria de Estado de Educação em vigor.
Parágrafo único. A Coordenação Pedagógica está sob a responsabilidade do Coordenador Pedagógico, designado de acordo com a legislação vigente.”
O CP desempenha função fundamental nas escolas disseminando ideias, propostas, na implementação das normas e mudanças designadas pelo MEC, Secretaria de Educação do Estado, das Coordenações, Delegacias ou Regionais de Ensino.
Como acontece quando há mudança de governo, cada um quer deixar a sua marca registrada em todas as esferas do poder público e a educação não fica de fora do pacote. SOUZA (2005) nos alerta quanto à burocrática forma de organização das unidades de ensino que gera uma ameaça à “especificidade da educação, mediante seu controle por parte do Estado.” Dessa maneira, entendemos que um processo de escolha de diretor, grêmio estudantil, conselheiros de turma e até mesmo representante de classe, se não for muito bem gerenciado, pode causar mal estar em todos os participantes do processo. Por mais que exista uma lei, uma portaria para organizar as atividades relacionadas à eleição, esta vai gerar questionamentos, descontentamentos e apontamentos de falhas inclusive.
Sob a ótica pedagógica, do planejamento escolar é interessante salientar que ele – o planejamento- é muito mais que mera formalização do que está proposto no PPP. São as ideias organizadas postas em pratica. SOUZA (2005, p.29) relata ainda que
“Na definição do Projeto Político-Pedagógico, materializam-se os diferentes momentos do planejamento: a definição de um marco referencial, a elaboração de um diagnóstico e a proposição de uma programação com vistas à implementação das ações necessárias à realização de uma prática pedagógica crítica e reflexiva.”
Se há toda uma programação sustentada na raiz do PPP, e após uma eleição para renovação da equipe diretiva esta orientação corre o risco de ser modificada, a comunidade escolar sofre certo desconforto. SOUZA, GOUVEIA, SILVA e SCHWENDLER (2005, p.9) registram que “o planejamento é um dos elementos que compõem a especificidade do trabalho pedagógico escolar, juntamente com o currículo e a avaliação.”
A figura do CP aparece com grande responsabilidade principalmente nestes momentos. Observar os pontos fortes na engrenagem da escola para guiar os professores e as equipes que estão montando seu plano de trabalho para sua possível gestão, focando não o benefício próprio, mas o coletivo são alguns pontos. Ajudar a causar menos sofrimento no máximo de indivíduos envolvidos, ser imparcial – justamente para ser democrático e não ser confundido ou tachado como capacho da atual direção (talvez seja a maior dificuldade encontrada) - discernir que suas escolhas precisam ser conscientes considerando que todos os trabalhos desenvolvidos na instituição de uma ou de outra forma circundam a aprendizagem do aluno e assim também recai sobre os seus ombros são outros pontos, além de lembrar sempre que ele é “ator social, agente facilitador e problematizador do papel docente”, conforme LIMA e SANTOS (2007). Estar neste meio não é fácil, no entanto, pode ser considerado uma tentativa de se exercer democracia no seio da escola.
Bibliografia
Distrito Federal (Brasil). Secretaria de Estado de Educação. Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, 5ª. Ed – Brasília, 2009. 90 p.
Lei nº 4.751 de 07 de fevereiro de 2012. (gestão democrática nas escolas públicas do Distrito Federal)
LIMA, Paulo Gomes. SANTOS, Sandra Mendes do. In: O Coordenador Pedagógico Na Educação Básica: Desafios E Perspectivas. Educare ET educare – revista de educação. Vol.2, nº4, jul/dez 2007, p.77-90.
SOUZA, Ângelo Ricardo de [et al.].Caderno 2 da Coleção Gestão e Avaliação da Escola pública: Planejamento e trabalho coletivo. Universidade Federal do Paraná, Pró-Reitoria de Graduação e Ensino Profissionalizante, Centro Interdisciplinar de Formação Continuada de Professores; Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica. - Curitiba : Ed. Da UFPR, 2005, p.27-42.
PORTARIA Nº 98, DE 27 DE JUNHO DE 2012. – DODF 29/06/2012
TOSCHI, Mirza Seabra, FONSECA, Marília. OLIVEIRA, Joao Ferreira de. In:
A RELAÇÃO ENTRE O PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ESCOLA (PDE) E O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA ESCOLA (PPP): CONCEPÇÃO E AVALIAÇÃO.
SILVA. Marcelo Soares Pereira da. In: O planejamento em educação. [Sd] UFU.
Novos Caminhos, Grandes Possibilidades
Um guerreiro da luz, quando percorre um caminho, pergunta sempre ao seu coração: “se eu olhar para trás, ficarei contente com as marcas que meus pés deixaram no chão?”
Embora preocupado com o combate que tem adiante, ele nunca perde a noção de sua responsabilidade no presente.
Sabe que cada gesto seu acarreta consequências, e tem consciência de que estas consequências são a sua herança.
Por isso, ele obedece aos sinais do tempo e do espaço. Em certos momentos, estes sinais exigem que siga em frente, sem pestanejar. Outras vezes pedem que o guerreiro escolha uma nova direção.
A caminha se faz ao caminhar...
sábado, 4 de agosto de 2012
Eleições para diretores das escolas públicas do Distrito Federal - Brasília
No dia 22 de agosto serão as eleições para diretores das I.E. públicas do DF. Esta gestão está prevista para 14 meses. Mas vemos que poucas pessoas se candidataram para o possível cargo.
Porque ninguém quer se candidatar????
Ao meu ver, há muita exigência, muitos ônus e pouquíssimos bônus.
Um exemplo clássico: quem quer largar seu horário bem definido de regência e coordenação para pegar os pepinos da direção não ter hora de sair, só de chegar na I.E., substituir professores, bater de frente com pai, imprensa, coordenação regional de ensino, comunidade, aluno, comércio local, reforma de escola, a AS BENDITAS VERBAS QUE NINGUÉM CONSEGUE GASTAR DE ACORDO COM TODAS AS NECESSIDADES DA ESCOLA, com as listas de exigências e burocracias que existem, a fiscalização do trabalho da secretaria, merenda, vigias, limpeza, funap, o patrimônio da escola, materiais inservíveis, picuinhas dos seres humanos, folhas de ponto, contrato de professores temporários, contrapartida dos monitores, estagiários, ah e tem a parte pedagógica! Ou essa não deveria ser a primeira preocupação???
Ainda somos (nós gestores) vistos como alguém que não quer largar o osso. Nossa, e que grande osso! Professor em cargo de Diretor de escola mora em bairro nobre e compra carro novo todo ano com a gratificação que recebe? Tô começando a achar que quem não quer largar o osso é louco!
E meio parafraseando as ricas e sábias palavras do educador Paulo Freire:
Verdades da Profissão de Professor
(lembrando que gestor antes de tudo é professor e educador)
"Ninguém nega o valor da educação e que um bom gestor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons gestores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.
A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos gestores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda."
Paulo Freire
Algo a mais?
Entrevista do secretário em uma emissora de TV aberta sobre as eleições eis o link:
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/07/30-das-escolas-da-rede-publica-tem-candidato-diretor-diz-gdf.html
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Currículo e diversidade no contexto escolar
Universidade de Brasília – UNB
Curso: Coordenação Pedagógica
Disciplina: Currículo, Cultura e Conhecimento
Aluna: Milca Oliveira de Paula Silva
Professora: Rita Silvana Santana dos Santos
Tutora: Maria Jeanette Pereira Amorim Martins Ribeiro
Quem trabalha na área educacional ou pelo menos costuma ler alguns artigos ou ver matérias que saem nos diversos meios de comunicação acerca de supostas inovações no ensino com trabalho sobre diversidade, costuma ficar encantado. Pois geralmente são ideias bem simples colocadas em prática. Na verdade os textos lidos sobre currículo e defendidos por vários autores como GOMES (2007) e a própria resolução Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Básica nº7/2010 defendem a existência de uma educação pública comprometida em diminuir as desigualdades, sendo assim não há uma novidade de fato, há o cumprimento da lei que está em vigor. Desta forma, sugerimos uma proposta de trabalho dentro da temática diversidade no currículo escolar, conforme apresentado abaixo:
Tema: Diversidade no Currículo Escolar
Finalidade: Sensibilizar e capacitar docentes para a existência de práticas pedagógicas que permitam a eles e aos alunos o exercício dos direitos civis, políticos, sociais e do direito a diferença.
Justificativa:
A resolução CNE/CEB nº7/2010, acerca das DCNs Diretrizes Curriculares Nacionais, fixam no art.9º, parágrafo terceiro que
“Os conhecimentos escolares são aqueles que as diferentes instâncias que produzem orientações sobre o currículo, as escolas e os professores selecionam e transformam a fim de que possam ser ensinados e aprendidos, ao mesmo tempo em que servem de elementos para a formação ética, estética e política do aluno.” (Resolução CNE/CEB 7/2010, DODF, p.34)
Os docentes são os responsáveis dentro de uma ótica organizacional de distribuir o conteúdo e os temas a serem abordados com os alunos no decorrer do ano letivo. Desta forma, qualifica por grau de importância o que é de maior interesse a ser trabalhado com os alunos visando a sua formação ética, estética e política. GOMES (2007), que os “educadores são sujeitos centrais da ação educativa” e sobre diversidade o seu engajamento vai alem do campo pedagógico. As experiências socioculturais (re)produzidas podem ser firmadas em ações reconhecedoras da diversidade enquanto necessidade da humanidade, ou seja, a compreensão de que a sociedade pode ser democrática, justa e igualitária mesmo sendo um berço de diversidade. A partir do momento em que torna-se perceptível no grupo de professores (que repassam aos alunos ideias, valores, entre outros fatores desejo de mudança) que “Conviver com a diferença (e com os diferentes) é construir relações que se pautem no respeito, na igualdade social, na igualdade de oportunidades e no exercício de uma prática e postura democráticas.” GOMES (2007, p.30), então veremos um olhar firme e diferenciado com a causa da diversidade. A escola em que atuo já desenvolve trabalho com esta temática, (no segundo semestre os alunos são informados por meio de um mural e atividades no pátio da importância de se combater o preconceito e aceitar a diversidade cultural com maior tranquilidade ) no entanto, acreditamos que seja possível obter uma participação maior dos docentes na causa que é bastante nobre e urgente.
O quê: Diversidade Cultural e currículo
Como: Serão trabalhados nas coordenações de agosto: 1) o vídeo empatia para abrir o debate acerca da aceitação ao diferente; em seguida leitura e estudo da resolução nº7/2010 – sobre as DCNs, tomando nota dos pontos mais importantes de acordo com o grupo de professores; 2) Audição e estudo da música Diversidade – Lenine; 3) Reflexão tendo como base o filme Vista a minha pele; Estudo do fragmento do texto Diversidade e currículo (p.22 – 30); 4) Vídeo outro olhar – tem gente (diversidade cultural) com a elaboração de sugestões para trabalho interdisciplinar ou individualmente sobre a temática em sala de aula.
Quando: Serão quatro encontros nas coordenações pedagógica sendo a seguinte sequencia: coletivo, individual, por área e coletivo.
Público alvo: Professores atuantes em sala de aula e sala de recursos
Avaliação dos resultados: serão observados os aspectos atitudinais da práxis pedagógica, da interação docente com os alunos, na aplicabilidade das atividades propostas e em uma possível culminância das atividades desenvolvidas.
Bibliografia
Filme Vista a minha pele. 2004, 49 min, Brasil.
Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=LWBodKwuHCM
GOMES, Nilma. L. Indagações sobre currículo : diversidade e currículo . – Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007.
Vídeo Outro olhar – tem gente (diversidade cultural) Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=B8LsxnnXxds
Música Diversidade – Lenine Disponível em: http://www.vagalume.com.br/lenine/diversidade.html
Vídeo Empatia Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=8k7Rp3x66T8
Resolução CNE/CEB 7/2010. Diário Oficial da União, Brasília, 15 de dezembro de 2010, Seção 1, p.34.
Fundamentos da Política Educacional e Gestão Democrática
Universidade de Brasília – UNB
Curso: Coordenação Pedagógica
Disciplina: Políticas Educacionais e Gestão Pedagógica
Aluna: Milca Oliveira de Paula Silva
Professora: Shirleide Pereira da Silva Cruz
Tutora: Maria Jeanette Pereira Amorim Martins Ribeiro
Para se compreender as transformações ocorridas na educação brasileira no decorrer da sua existência, faz-se necessário observar e até mesmo refletir acerca de quais foram ou são até a presente análise, as ações influenciadoras, concepções a respeito de políticas sociais, gestão democrática e dentre outras, a relação Estado/política educacional e o micro cenário da coordenação pedagógica. HÖFLING (2001), para melhorar a visualização deste tema, esclarece a diferença entre Estado e governo declarando que o primeiro como um conjunto de instituições permanentes que possibilitam a ação do governo e o segundo como um conjunto de programas e projetos nos quais são desempenhadas as funções do Estado por determinado tempo. As políticas sociais estão voltadas para “as ações que determinam o padrão de proteção social implementado pelo Estado” HÖFLING (p.31, 2001), com a intenção de diminuir as desigualdades e injustiças sociais causadas em primeiro plano pelo desenvolvimento socioeconômico.
A educação é considerada uma política pública/social gerida pelo Estado. No entanto, outros organismos interferem na sua formatação, pois o objetivo não seria de somente regular as relações sociais, mas também, de manter as relações capitalistas em contexto neoliberal, na qual está a base da economia brasileira. Como o interesse não gira apenas em torno da melhoria de vida da grande massa social, muitos programas, inclusive os que estão se desenvolvendo bem, são extintos para serem expostos outros no lugar que beneficie determinado organismo na esfera do público/privado. HÖFLING vai mais além quando coloca que
“as ações empreendidas pelo Estado não se implementam automaticamente, tem movimento, tem contradições e podem gerar resultados diferentes dos esperados. Especialmente por se voltar para e dizer respeito a grupos diferentes, o impacto das políticas sociais implementadas pelo Estado Capitalista sofrem o efeito de interesses diferentes expressos nas relações sociais de poder” HÖFLING (p.35, 2001)
A relação entre política pública e política educacional é que a pública existe indiferente de período político, de conflitos de interesses e de beneficiamento de grupos – voltada para o bem comum da sociedade – o motivo de sua existência. Já a educacional está pautada em moldes de acordo com o partido político no governo em determinado período, observando-se fatores, demandas, políticas compensatórias e programas focalizados, levantados dentro da linha de investigação do governo, que as vezes está aquém do necessitado pela sociedade.
Mesmo em meio a mudanças sucessivas de governo, que vem impossibilitando o firmamento de várias políticas educacionais, é possível estabelecer alguns parâmetros que envolvem mudanças que persistem a longo prazo. É o caso da gestão democrática, prevista na CF (1988) e na LDB (9394/96), que após várias lutas dos educadores vem sendo implementada. O princípio da gestão democrática, de acordo com FERREIRA, MORAES e DOURADO, [s.n., s.d.], se dá em função da alteração no mundo do trabalho, o que modifica o padrão de educação oferecida, no sentido de interferências nas políticas educacionais e da práxis político pedagógica. Os autores pontuam a gestão democrática como um espaço de possibilidades mil para a melhoria da qualidade da educação, pois com ela é possível se ter: a autonomia pedagógica e o financiamento da escola; a escolha dos dirigentes; a criação de órgãos colegiados (conselho de classe e escolar, a associação de pais e mestres, o grêmio estudantil); a construção coletiva do PPP e a participação da comunidade. No entanto, como defendem os autores acima [p. 7, s.n., s.d.] “A efetivação da gestão democrática implica ações compartilhadas que resultem na participação de todos”, pois, “Não se muda a cultura escolar sem o trabalho coletivo, mas com discussões conjuntas e a busca de resolução dos problemas, de modo participativo.” Todas as instâncias citadas dão suporte e apoio ao trabalho realizado na escola, no entanto cabe a cada participante do processo se ver como responsável pela modificação do espaço existente, o que exige uma maior mobilização da comunidade escolar como um todo.
Entendendo a escola e a sala de aula como o locus de materialização da política educacional, da gestão democrática em meio aos principais beneficiados com a sua existência – os alunos – o coordenador pedagógico tem papel fundamental no processo de adaptação da escola diante a todo processo de mudança, seja ela dentro de políticas educacionais, programas/projetos governamentais ou mesmo de mudança de mentalidades, quebra de paradigmas. MATE, (2003), sinaliza que o desafio seria procurar um significado para o que fazemos, incentivamos e desestimulamos através da nossa prática. Importa muito a consciência política e filosófica do que se quer para a educação e principalmente a prática no contexto de unidade na equipe pedagógica. A questão seria “refletir sobre experiências inventivas (...) disseminá-las, e quem sabe, estimular outras invenções.” MATE, (p.75, 2003). Ao mecanismo de gestão democrática cabe, também disseminar as ações e os pensamentos.
Sobre o trabalho de coordenação pedagógica quanto a gestão democrática da educação e da escola, VASCONCELOS, (2002), demonstra que a confiança na proposta, na força do grupo que forma a comunidade escolar é uma das causas da construção coletiva, por isso a importância das reuniões pedagógicas e de suas deliberações ocorrerem sempre no coletivo, ou seja “fazer a escola funcionar pautada num projeto coletivo”.(idem, p.61, 2002). Dentro da coordenação pedagógica a figura do dirigente deve ser constante, não apenas para dizer sim ou não mediante a uma respostas final a um questionamento, não deve ser o de vigia ou controlador, precisa ser, antes de tudo, de um educador compromissado com a causa educativa e seus afluentes com um olhar diferenciado, observador, especialista na causa da democrática emancipação educativa. Não só de discursos se faz mudança em educação, mas de ações concretas e parcerias firmadas entre todos os interessados na melhoria da educação do nível central que controla e desenvolve a educação ao aluno,pois todos estão envolvidos no processo educativo.
Bibliografia
FERREIRA de; MORAES, Karine Nunes de; DOURADO, Luiz Fernandes. Gestão escolar democrática: Definições, princípios e mecanismos de implantação. Disponível em:http://escoladegestores.mec.gov.br/site/4-sala_politica_gestao_escolar/pdf/texto2_1.pdf. Acesso: 02 de fev de 2012.
HÖFLING, Eloisa de Matos. Estado e políticas (públicas) sociais. Cadernos Cedes, ano XXI, n. 55, nov. 2001. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v21n55/5539.pdf. Acessado em 9/5/2012.
LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F.; TOSCHI, M. S. As políticas educacionais, as reformas de ensino e os planos e diretrizes: A construção da escola pública. In: _____. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003. p. 125-164.
MATE, Cecília Hanna. O coordenador pedagógicos e as reformas pedagógicas In: ALMEIDA, L. R. de; PLACCO, V. M. N. de (Orgs.). O coordenador e o espaço de mudança. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2003.
VASCONCELOS, Celso dos Santos. Coordenação do trabalho pedagógico: Do projeto político pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad, 2002. p. 50 - 68.
______. Implicações da nova lógica de ação do Estado para a educação municipal. Educação & Sociedade. [online]. 2002, v. 23, n. 80 [cited 2010-03-28], pp. 49-71.
Disponível em:.
O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e o Plano de Ações Articuladas (PAR): Implicações na organização e gestão do trabalho pedagógico e com direito à educação.
Universidade de Brasília – UNB
Curso: Coordenação Pedagógica
Disciplina: Políticas Educacionais e Gestão Pedagógica
Aluna: Milca Oliveira de Paula Silva
Professora: Shirleide Pereira da Silva Cruz
Tutora: Maria Jeanette Pereira Amorim Martins Ribeiro
Todos os anos, escolas e mais escolas, representadas principalmente por suas equipes gestoras recebem informações de novos programas ou projetos de ordem municipal, estadual ou federal. Ás vezes recebem formação para entender seu funcionamento, o que será ou não prioridade dentro do contexto educativo, contudo com a obrigação de aplicá-lo.
Dentre vários instrumentos visando à melhoria da qualidade do ensino oferecida em todo o país, nos atentaremos aos seguintes mecanismos: o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e o Plano de Ações Articuladas (PAR) e as implicações na organização e gestão do trabalho pedagógico e com direito à educação.
Na escola em que atuamos o PDE está presente desde os resultados do IDEB do ano de 2005. Ficamos abaixo da média 2,4 e a instituição passou por intervenção do MEC. Vários fatores interferiram nos resultados, como os alunos no ensino regular noturno que abandonavam os estudos no meio do ano. A taxa de evasão, reprovação e defasagem idade/série eram enormes. Montamos toda a estrutura, principalmente a pedagógica, visando melhoria no desempenho da escola para a avaliação seguinte. Responsabilizamos a todos: pais, alunos, docentes, CRE, direção, merendeiros, secretários escolar, agentes de conservação e limpeza, enfim, todos os servidores da escola.
Nossa linha de trabalho foi traçada dentro do PDE: ações voltadas para a aprendizagem dos alunos diminuição da defasagem idade/série, cultura da paz, formação docente, união da equipe que atua na escola. Recebemos auxílio financeiro fator importante para a prática de várias ações. Após a aplicação da verba e da mudança de atitude proposta pelo PDE, pudemos observar positivamente o rendimento dos alunos, o nível de aprendizagem, dentro do quantitativo quanto no qualitativo. Saímos de um índice 2,4 para a faixa dos 4,1! Além disso, tivemos alunos medalha de ouro, prata e com certificados de honra ao mérito nas olimpíadas de matemática das escolas públicas – OBMEP - o que nos mostrou a mudança real da escola. Sobre o referido programa atualmente a escola continua desenvolvendo ações, reuniões, entre outros avaliações constantes com o objetivo de melhorar a cada dia mais. Traçamos metas e buscamos a qualidade em primeiro lugar. DOURADO (2007), afirma que o “processo educativo é mediado pelo contexto sociocultural, pelas condições em que se efetiva o ensino-aprendizagem”, além da organização da instituição, da elaboração do PPP e da sua utilização como identidade da escola. Em outras palavras do mesmo autor, o processo educativo necessita de qualidade equivalente em todo o ensino público e “perspectivas pedagógicas centradas em uma sólida concepção de educação, escola, cultura e gestão educacional.” Mesmo porque “a educação é um bem público de caráter próprio por implicar a cidadania e seu exercício consciente” CURY (2006).
A escola tem como uma das principais obrigações, se não for a principal, o aprendizado do aluno. Todas as circunstâncias, indivíduos e atuações no universo escolar giram em torno do aluno que metaforicamente pode ser visto como uma sementinha que jogada em solo fértil (uma escola que prima pelo desenvolvimento social, individual e cidadão do sujeito e para isso estabelece objetivos, metas, ações e reflexões da sua prática), germina, se desenvolve, cresce, dá bons frutos e boa sombra. Ou seja, realiza sua função na social.
A escola em que atuamos procura ser um solo rico para esta sementinha que é o aluno. A coordenação pedagógica tem papel fundamental. O de fazer esta engrenagem funcionar sem perder o foco: a aprendizagem do aluno. Dentro do PPP atrelado ao PDE desenvolvemos várias atividades, tais como: um blog alimentado com atividades diárias desenvolvidas em sala de aula. Quem quiser tem acesso aos conteúdos e exercícios diariamente (ou pelo menos a cada três dias) para não ter desculpas de que não sabia da tarefa ou que faltou aulas. Nele há também o PPP, o Regimento Interno, avisos, espçao para comentários,fontes de pesquisa, registro fotográfico de atividades, plano de curso das disciplinas por bimestre; Entregamos bimestralmente o cronograma das atividades que serão desenvolvidas em cada disciplina; o docente registra no diário de bordo – mecanismo onde existe informações diversas pertinentes a faltas, atrasos, feitura ou não das tarefas, entre outros aspectos, atividades e conteúdos desenvolvidos no dia. Este mecanismo tem ajudado na convocação de pais para melhora do rendimento do aluno e elogio das turmas em momento cívico. O estímulo à aprendizagem se dá também através do projeto do aluno destaque que recebe medalha na reunião de entrega de notas. Outro carro chefe está dentro da satisfação que passamos para os alunos em participarem de concursos externos onde eles por ganharem prêmios conseguem perceber que estão evoluindo gradativamente.
O PDE juntamente com o Programa Mais Educação trouxeram a educação integral para dentro da nossa escola. Desenvolvemos aulas de violão, frevo, canto coral, reforço em inglês e letramento em português e matemática desenvolvidos por voluntários – pais e comunidade, monitores orientação educacional e pelos próprios professores que doam seu tempo com o projeto por acreditarem na causa. Outros professores também fazem atendimento no contra-turno (é o caso de geografia e história ). O SOE desenvolve projeto com a ótica do protagonismo juvenil e a cultura da paz. É interessante ver e sentir que os alunos se sentem acolhidos e gostam não só de estarem na escola, mas de estudarem aqui porque o tempo todo procuramos valorizar o esforço de cada um. A atuação dos conselhos escolares, exceto o conselho de classe, e do grêmio estudantil poderia melhorar, pois sentimos muitas vezes que a direção deve ter respostas, inclusive durante as reuniões estabelecidas para a tomada de decisões. Se errar: a direção errou. Se acertar: a escola acertou.
Sobre a aplicação do PAR ele é preenchido por setores o que causa uma baixa na democratização do espaço e na participação coletiva. Se houvesse uma discussão aberta com a participação de todos este mecanismo poderia ser melhor utilizado na I.E. desta maneira que é empregado hoje, acaba sendo mera formalização das ações desenvolvidas.
Bibliografia
CURY, Carlos R. J.O direito à educação: Um campo de atuação do gestor.
Brasília: Ministério da Educação, 2006.
DOURADO, Luis. Políticas e gestão da educação básica no Brasil: Limites e
perspectivas. Educação & Sociedade, Campinas, v. 28, n. 100 - Especial, p.
921-946, out. 2007 931 Disponível em: .
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB. Disponível em:http://portalideb.inep.gov.br/
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização do Magistério Fundeb. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/Lei/L11494.htm ; http://www.fnde.gov.br/index.php/financ-fundeb
PINTO, José Marcelino de Rezende. A política recente de fundos para o
financiamento da educação e seus efeitos no pacto federativo. Educação & Sociedade. 2007, v. 28, n.100 [citado 2010-03-27], pp. 877-897. Disponível em: .
Plano de Ações Articuladas - PAR. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=159&Itemid=369 (Sìntese do PAR); http://simec.mec.gov.br/cte/relatoriopublico/principal.php (Relatório do PAR); http://capes.gov.br/educacao-basica/parfor ( PAR para a formação de professores)
Plano de Desenvolvimento da Educação PDE. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/livro/index.htm
Site do Ministério da Educação – Educação Básica (http://www.mec.gov.br)
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