sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mobilização já!

Vamos fazer uma corrente via internet, repasse a todos os seus! Grata
Vamos começar uma corrente nacional que pelo menos dê aos professores respaldo legal quando um aluno o xinga, o agride... chega de ECA que não resolve nada, chega de Conselho Tutelar que só vai a favor da criança e adolescente (capazes às vezes de matar, roubar e coisas piores), chega de salário baixo, todas as profissões e pessoas passam por professores, deve ser a carreira mais bem paga do país, afinal os deputados que ganham 67% de aumento tiveram professores, até mesmo os "alfabetizados funcionais". Pelo amor de Deus somos uma classe com força!!! Somos politizados, somos cultos, não precisamos fechar escolas, fazer greves, vamos apresentar um projeto de Lei que nos ampare e valorize a profissão.
Vanessa Storrer - professora da rede Municipal de Curitiba!




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Pura e dura realidade!







REPASSANDO....



Abaixo estou enviando uma cópia da carta escrita por uma professora que trabalha no Colégio Estadual Mesquita, à revista Veja.
Peço por favor que repasse a todos que conhecem, vale a pena ler.

RESPOSTA À REVISTA VEJA



Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador.


Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira.

Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras.

Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.


Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”.

Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida.


Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.

Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores?

E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.

Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.

Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.

E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;

Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário.

Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave.

Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.

Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.

E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.

Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.

Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade..

Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade! E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo

Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!

Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO.

Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.

3 comentários:

  1. MANIFESTO EM PROL DA BOA EDUCAÇÃO E DA EQUIPE DO CEF 04 DA ASA SUL – BRASÍLIA

    Atualmente temos visto na TV cenas lastimáveis de alunos (exceção - claro) que faltam o respeito com professores, alunos e funcionários das escolas em geral.

    Quando assistimos tais reportagens ficamos chocados e sempre tentamos encontrar respostas para comportamentos que vão desde um simples xingamento até a agressão física, normalmente a justificativa é de que a família e ou os pais são ausentes.

    Esta semana no CEF 04 da Asa Sul em Brasília uma mãe nos ajudou a entender melhor e a explicar porque temos visto com mais frequência tais imagens.

    A mãe ficou indignada com a direção da escola que cumpriu seu papel em não deixar entrar a aluna que chegou atrasada além do horário de tolerância naquele dia e que deveria voltar para casa, sendo este seu segundo atraso no mês, descontrolada e revoltada com as regras do estatuto da escola sobre horários, a mãe após o conflito e todos os xingamentos dirigidos aos funcionários e com a plateia de todos os alunos presentes no momento, TRANSFERIU A FILHA PARA OUTRA ESCOLA, REGISTROU QUEIXA NO MINISTÉRIO PÚBLICO E NA REGIONAL DE ENSINO contra a diretoria.

    Inversão de valores: A mãe prefere transferir a filha de escola, registrar queixa e dizer palavrões a todos em vez de tentar ensinar a filha que para tudo no mundo existe regra e disciplina, que temos que cumpri-las para que tenhamos os interesses individuais e coletivos preservados sem privilégios independente da origem, religião e condição social.

    Reitero meu apoio irrestrito as regras do atual estatuto do CEF 04 Asa Sul e que tais exemplos sirvam para que possamos entender de uma vez por todas que o “JEITINHO BRASILEIRO” esta se tornando um novo modelo de formação indevida dos futuros “HOMENS E MULHERES” do Brasil.

    Parabéns pelo excelente trabalho realizado e pelos serviços prestados a toda a comunidade do Distrito Federal.

    Paulo Bites

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  2. MANIFESTO EM PROL DA BOA EDUCAÇÃO E DA EQUIPE DO CEF 04 DA ASA SUL – BRASÍLIA

    Atualmente temos visto na TV cenas lastimáveis de alunos (exceção - claro) que faltam o respeito com professores, alunos e funcionários das escolas em geral.

    Quando assistimos tais reportagens ficamos chocados e sempre tentamos encontrar respostas para comportamentos que vão desde um simples xingamento até a agressão física, normalmente a justificativa é de que a família e ou os pais são ausentes.

    Esta semana no CEF 04 da Asa Sul em Brasília uma mãe nos ajudou a entender melhor e a explicar porque temos visto com mais frequência tais imagens.

    A mãe ficou indignada com a direção da escola que cumpriu seu papel em não deixar entrar a aluna que chegou atrasada além do horário de tolerância naquele dia e que deveria voltar para casa, sendo este seu segundo atraso no mês, descontrolada e revoltada com as regras do estatuto da escola sobre horários, a mãe após o conflito e todos os xingamentos dirigidos aos funcionários e com a plateia de todos os alunos presentes no momento, TRANSFERIU A FILHA PARA OUTRA ESCOLA, REGISTROU QUEIXA NO MINISTÉRIO PÚBLICO E NA REGIONAL DE ENSINO contra a diretoria.

    Inversão de valores: A mãe prefere transferir a filha de escola, registrar queixa e dizer palavrões a todos em vez de tentar ensinar a filha que para tudo no mundo existe regra e disciplina, que temos que cumpri-las para que tenhamos os interesses individuais e coletivos preservados sem privilégios independente da origem, religião e condição social.

    Reitero meu apoio irrestrito as regras do atual estatuto do CEF 04 Asa Sul e que tais exemplos sirvam para que possamos entender de uma vez por todas que o “JEITINHO BRASILEIRO” esta se tornando um novo modelo de formação indevida dos futuros “HOMENS E MULHERES” do Brasil.

    Parabéns pelo excelente trabalho realizado e pelos serviços prestados a toda a comunidade do Distrito Federal.

    Paulo Bites

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  3. É EXTREMAMENTE LAMENTAVEL SABER QUE EXISTE PESSOA COMO ESSA MÃE.QUE PREFERIU AGREDI VERBALMENTE A DIRETORA DO CEF 04 COM PALAVRÔES DE BAIXO ESCALÃO E COM TOTAL FALTA DE RESPEITO A ESTA PROFISSIONAL QUE NADA FEZ QUE PUDESSE DESABONAR SUA CONDUTA MANIFESTO MEU APOIO TOTAL A CARMEM E SUA EQUIPE PELO BELISSIMO TRABALHO DESEMPENHADO NESTA ESCOLA PELAS VEZES QUE FAZ PAPEL DE MÃE DE PSICOLOGA DE CONSELHEIRA PELO SEU AMOR INCONDICIONAL POR CADA UM.NORMAS REGRAS E DICIPLINAS EXISTEM PARA SEREM CUMPRIDAS A VOCÊ CARMEM MEUS PARABENS E TENHA CERTEZA QUE ESTE TERRIVEL E LAMENTAVEL ACONTECIMENTO FOI APENAS MAIS UM DEGRAU QUE VOCÊ SUBIU, TENHA CERTEZA QUE VOCÊ É MUITO ESPECIAL E QUE TODA COMUNIDADE ESCOLAR APÓIAM SUA GESTÃO
    MÃE AUSENTE E DESEQUILIBRADA QUE EXEMPLO TEM DADO AOS FILHOS OS FRUTOS VIRAM DEPOIS E QUE ELA POSSA LEMBRA DESTA CENA POR TODA VIDA

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